Total de visualizações de página

domingo, 13 de fevereiro de 2011

A dança espontânea em nossos cultos

Muitas igreja já adotam a dança como forma de adoração, e já faz parte do culto, geralmente é feita durante o período do louvor, onde os bailarinos não tem passos coreografados, mas sim uma dança  de expressão e adoração."Louvai-o com o tamborim e a dança, louvai-o com instrumentos de cordas e com órgãos." Salmos150:4
 
O que no mundo conhecemos como "Improvisação", nas igrejas é chamado de Dança Espontânea, o que não é um improviso, mas sim uma dança direcionada pelo Espirito Santo.
 
A fase da preparação deve ser muito observa, essa preparação deve ser feita tanto na parte espiritual, como na parte física, ou seja, a pessoa deve estar inteiramente em espírito de oração, buscando discernimento, cobertura, capacitação e etc. O momento de preparação física também é muito importante, pois,  Deus merece que façamos uma dança perfeita para Ele, pois e é digno e merecedor da nossa dança.
 
Muitas grupos, adotam a forma "Dança Profética',  Até o momento tenho pesquisado, e não encontrei nada na bíblia a respeito da Dança ser um ato profético, Mas sim uma forma de Adoração e alegria. Não há nenhum relato bíblico onde através de uma dança alguém profetizou algo, então se não está na palavra, não podemos afirmar. Acredito que Deus pode usar uma pessoa em uma dança para profetizar algo, sim, mas em casos isolados, não que isso seja uma regra, e que todas as danças são proféticas, pois Deus usa e age da maneira que ele quer, e pode muito bem usar uma dança, assim como, um louvor, um teatro, mas não que isso seja uma regra e que a dança é um ato sempre profético.
 
A bíblia cita exemplos da dança somente como forma de alegria e adoração, veja:
Louvai-o com o tamborim e a dança, louvai-o com instrumentos de cordas e com  órgãos. Salmos 150:4
 
Então a virgem se alegrará na dança, como também os jovens e os velhos juntamente; e tornarei o seu pranto em alegria, e os consolarei, e lhes darei  alegria em lugar de tristeza. Jeremias 31:13
 
Louvem o seu nome com danças; cantem-lhe o seu louvor com tamborim e harpa. Salmos 149:3
 
E Davi saltava com todas as suas forças diante do SENHOR;  2 Samuel 6:14

Na daça espontânea podemos usar vários acessórios, para fazermos algo bonito para Deus e que também passe uma mensagem a igreja, como por exemplo, dança uma dupla (moça e rapaz) representando a o Espirito e a noiva. Vasos representando o óleo sendo derramado sobre a igreja.
 
Dois arcos cobertos de tecido, papel ou fita doura, representando aliança com o Senhor.
 
Bandeiras que podem ser usadas em cultos de missões, ou com musicas que falem sobre nações etc.
 
E muitos outros instrumentos que ficam lindos e passam uma mensagem tremenda, podem ser usados na dança espontânea.
 
Mas lembre-se oração e preparação é a base para que você seja usado para alcançar outras vidas a través da dança,  A adoração com danças deve ser feita com ordem e descendência, sem movimentos sensuais, deve ser pura e livre de qualquer impureza da carne. Para nos achegarmos a Deus devemos estar limpos, crendo e tendo fé que Deus pode te usar, pois sem fé é impossível agradar a Deus. 
 
"Recompensou-me o SENHOR conforme a minha justiça; conforme a pureza de minhas mãos me retribuiu." 2 Samuel 22:21

Carol Ferraz
Texto escrito por: Carol Ferraz
IMAGEM disponivel em: dipassosdadanca.blogspot.com

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dança espontânea: Sensibilização, expressão e auto-conhecimento.

A dança, em suas origens, esteve ligada às necessidades vitais do homem e da coletividade, cumprindo a função transcendente de alimentar-lhes o espírito.

Já o homem ocidental moderno, mergulhado no cotidiano de uma vida cada vez mais alienada de suas necessidades anímicas, privou-se de exercer seu poder criativo e de expressar-se autenticamente. Para nos ajustarmos à vida social, ao padrão cultural dominante, tivemos que abandonar muito de nossos anseios pessoais. Nos desligamos da vontade íntima. Nos desassociamos de nós mesmos. São raras as pessoas que fazem ou trabalham com o que gostam, ou que podem expressar naquilo que fazem, todo o seu potancial íntimo de realização.

Nós sabemos que a não realização pessoal, a incapacidade de expressão, de criatividade, de produção, é uma grande fonte de distúrbios psicológicos, emocionais e mentais. 

É importante se compreender como somos absorvidos pelos valores sociais e culturais dominantes. Não apenas intelectualmente, mas sentindo como se instalaram em nosso corpo, na nossa maneira de se expressar, comunicar, falar e se movimentar. 

O corpo retrata a nossa história. Quando crianças, nós nos colocamos inteiros em qualquer situação. O corpo atua espontaneamente, sem a mediação da nossa capacidade mental, ainda em formação. Ambos, corpo e mente, crescem juntos. É através de atividades lúdicas que, quando crianças, absorvemos e apreendemos a realidade. A experimentação e o uso dos sentidos são de fundamental importância para o desenvolvimento motor e psicológico.

A criança experiencia de tudo: ela vive cada personagem que cria em sua imaginação. Ela dramatiza a sua experiência, ela se coloca de corpo e alma na brincadeira, vive intensamente suas emoções. Nela, tudo flui espontaneamente.

Infelizmente essa fase não dura muito tempo. Cedo a criança começa a ser tolhida em suas potencialidades: em casa, na escola, na vida social. A socialização da criança é um processo de adaptação a um determinado molde cultural, um padrão de conduta. Logo a sua espontaneidade é tolhida. 

A espontaneidade é o livre fluir, em todos os seus aspectos. Da respiração aos gestos corporais. Da expressão das emoções e sentimentos íntimos à forma como se utiliza o corpo e suas possibilidades expressivas.

A dança, quando espontânea, recupera este potencial adormecido. Ela se mostra um maravilhoso caminho para lidarmos com nosso próprio corpo, nosso próprio ritmo, emoções e capacidade expressiva. Com a dança nós desenvolvemos uma linguagem corporal subjetiva, que pode tornar-se objetiva, consciente, à medida que nos aprofundamos neste processo. Partimos de uma concepção integrada do homem na qual, corpo, mente, sentimentos, gestos, posturas, constituem diferentes aspectos interdependentes de uma mesma individualidade. 

Exercícios de respiração e vivências para os sentidos são utilizados com o objetivo de colocar a pessoa em contato consciente com suas sensações internas. A respiração e os sentidos fazem a ponte entre todo o mundo interior e o exterior. O toque e a massagem contribuem para a percepção do próprio corpo e para a dissolução dos pontos de bloqueios, condicionamentos de gestos e posturas. O enfoque do esqueleto como suporte estrutural imprime novas qualidades e possibilidades de movimento. Estas técnicas se integram e dão suporte para a manifestação expressiva e espontânea das pessoas que buscam a dança como um caminho para o auto-conhecimento.

Integrando os dois percursos: o da interiorização (busca de contato consigo mesmo) e o da exteriorização (expressão através de movimentos livres), a Dança Espontânea proporciona resgatar a integridade e a espontaneidade no modo de ser, bem como o desenvolvimento do potencial criativo, tão necessário para a harmonia e crescimento pessoal.

por Sônia Imenes

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Mistração de Natal e pedido de desculpas.

Olá! Devido a alguns probleminhas estivemos fora do ar, mas já voltamos trazendo as novidades do nosso ministério para todos aqueles que nos acompanham. Abaixo seguem as fotos da nossa ministração de natal feita no dia 26 de Dezembro do ano passado.Contamos com a participação do ministério de teatro Kadoshi para embelezar a noite. O louvor minstrado foi: Jesus, o filho de Deus de Aline Barros. Fizemos uma junção com o cântico de natal Noite Feliz ao som do saxofone de Caio Mesquita. Não temos muitas fotos porque  só tínhamos uma câmera neste dia. Foi lindo! Deus realmente nos abençoou. Acompanhe...






Ministramos também no seminário de oração (janeiro de 2011), porém não a documentamos por meio de fotos.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Tipos de dança I

I. Adoração



Essa dança é uma experiência de vida que o dançarino tem com o Pai mediante a um louvor. É um momento de intimidade, momento particular que o dançarino tem com o Senhor e mediante essa intimidade ele ou ela será um instrumento de Deus para a Igreja.
Esse é o momento em que a vida do dançarino está diante do Pai, uma vida de santidade, de envolvimento com a obra, tendo a consciência de ser um servo e não estrela, momento de entrega, choro, humilhação. É uma busca diária de comunhão com Deus, não sendo uma coreografia ou espontâneo mecânico ou travado, ou até mesmo envergonhado, mas um momento de expressar com o seu corpo o quanto Ele é importante na sua vida, que sem Ele, você não é nada.
No livro de João, ele nos fala que o Senhor procura adoradores, se o Pai procura, é por que não é tão fácil de achar, pois sabemos o quanto que o inimigo trabalha na vida de um levita através do sentimento aflorado, ego. Estes foram os mesmos sentimentos que satanás teve queda.
"Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade." (Jo. 04:24)
"Veio, pois, Jesus seis dias antes da páscoa, a Betânia, onde estava Lázaro, a quem ele ressuscitara dentre os mortos. Deram-lhe ali uma ceia; Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam a mesa com ele. Então Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, de grande preço, ungiu os pés de Jesus, e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do bálsamo." (Jô 12:01-03)
O texto acima mostra um momento de adoração, vimos onde a mulher expressou com seu corpo seu amor por Jesus por ter se ajoelhado ungiu os pés com aquilo que ela tinha de mais precioso , uma libra de bálsamo e suas lagrimas e com seus próprios cabelos o secou Seus pés. Ela foi intensa em expressar esse amor, usando na expressão, todo sentimento que ela tinha, sem reservas. Não se importando se alguém estava observando... enfim, ela fez aquilo que Jesus procura pelos verdadeiros adoradores.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Ministério de dança - Canal de cura


Toda vez que nos colocamos perante a igreja para ministrar com dança, é como se nosso coração tivesse uma expectativa de saber como Deus irá receber o nosso louvor. Tenho aprendido que cada vez que entramos na presença do Senhor, tudo parece novo e sua presença sempre nos traz coisas novas. Acontece comigo quando estou louvando através da dança. É maravilhoso!

Vou contar uma experiência. Num culto de celebração em nossa congregação estávamos nos arrumando para ministrarmos, e comecei a orar ao Senhor em espírito. Estava com desânimo em meu coração, e sem vontade de dançar naquele dia, mas algo me mostrava o contrário. Deus iria derramar do seu Espírito naquela noite. Maravilhas iriam acontecer!

Era “início” do culto. Louvores começaram a ser cantados enquanto nós começamos a manifestar a unção de Deus através da dança. O nosso dirigente de louvor, Ramon Tessmann, começou a ministrar um cântico que falava de cura, unção, libertação! O “fogo de Deus” começou a descer sobre nós.

Depois, Deus começou a pedir que nós tocássemos com o véu que estava em nossas mãos a vida de algumas pessoas. Quando tocávamos as pessoas com aquele véu, elas começavam a se quebrantar na presença do Senhor, como crianças sendo curadas.

Como foi lindo ver as promessas de Deus se cumprindo em nossas vidas. Aquilo foi tremendo para nós, uma grande experiência. Sobre aquele desânimo que enfrentamos horas antes... sabíamos, ou melhor descobrimos que eram setas de Satanás em nossos corações, pois ele sabia que Deus iria nos usar tremendamente!

Amados irmãos, temos que ter sensibilidade para sentir e discernir o nosso coração e o espírito da reunião! Absolutamente tudo o que sentimos no momento em que vamos ministrar a Deus temos que colocar em oração. Da mesma forma, tenho aprendido a “discernir” o momento em que Deus toca nossos corações para não utilizarmos a dança em determinado culto. Temos que saber utilizar as artes apenas no momento que Deus deseja. Assim elas serão bênção, nunca algo inconveniente. Como questiona o título deste artigo: a dança pode ser um canal de cura? Certamente que sim!!!


Deus abençoe a todos
Daiana Barros

sábado, 13 de novembro de 2010

A importância dos alongamentos

A flexibilidade é de suma importância na realização de determinados gestos desportivos e movimentos que de outra forma, seriam impossíveis de serem realizados sem essa capacidade física. Ela aumenta a eficiência mecânica dos movimentos, fazendo com que o atleta tenha um desperdício menor de energia na execução de suas atividades, além de auxiliar na profilaxia de lesões e dos vícios posturais, reduzir as tensões musculares e auxiliar na melhoria da contratilidade muscular.
Ou seja se vc quer ter flexibilidade, para seus movimentos ficarem mais soltos, mais bonitos, o segredo é ALONGAR!!!
As vezes doi só em falar, mas é importante fazer alongamento antes de cada ensaio, vc lider ou coreografo do grupo de dança da sua igreja, sempre antes de começar o ensaio, faça uma sequência de alongamentos, vc vai ver o quanto seus movimentos vão melhorar. Os primeiros dias de alongamento doi, maos depois vc acostuma.

Lembre-se, em tudo que fizerem, façam para adorar ao Senhor, adore ao Senhor com seu alongamento, ore por cada parte do seu corpo, que é instrumento de justiça, (Rm 6.12), não brinquem, levem a sério, não disputem quem consegue ir mais longe, tenham cuidado, e não fiquem competindo para ver quem é o mais flexível, em nosso ministério esse momento é um momento também de adoração e dedicação. Deus abençoe! Líderes atenção: _Não desistam e proíbam a frase: _ Não consigo!
Use roupas folgadas de tacteu ou malha, use roupas compostas, que não mostre nenhuma parte do seu corpo e nunca faça alongamento de roupa jeans ou brim.
Abaixo segue uma sequencia de fotos que ilustram bem os alongamentos. PARA VER EM TAMANHO MAIOR, CLIQUE SOBRE ELA E AGUARDE ABRIR, DEPOIS SALVE E VOLTE PARA SALVAR AS OUTRAS.
ATENÇÃO:Cada alongamento deve ser feito pelo menos oito segundos de cada exercício, se não, não tem efeito.  






quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O cuidado ao dançar na igreja

 A dança é um ministério de adoração que o Senhor tem levantado em algumas igrejas, mas, como é comum no meio evangélico virou “moda” e praticamente todas as igrejas dispõe de dançarinos de plantão.
Eu não sou contrário à existência da dança; creio plenamente que o Espírito de Deus tem feito uso desta forma de expressão corporal para honrar e glorificar ao Todo Poderoso. E, quando esta adoração é externada com temor e amor, o nosso Espírito alegra-se profundamente ao contemplá-la.
A infidelidade, incredulidade e a conseqüente falta de santidade de muitos povos (igrejas), impossibilitam o mover do Espírito Santo, resultando em cultos desprovidos da verdadeira unção que alimenta a alma. Para saírem desta situação, lançam mão, copiando, toda sorte de movimento. Esquecem que é o Espírito de Deus que derrama o óleo e estas práticas desprovidas de unção, são inconsistentes, sem valor diante de Deus.
Amados líderes, é preciso ouvir a voz do Espírito Santo, consultá-Lo e conhecer a Sua vontade para a igreja; não tome decisões segundo a sabedoria e ou entendimento humano. Afinal, a Igreja é do Senhor Deus que enviou o Espírito Santo a edificá-la. Se houver aprovação do Senhor quanto à existência de um ministério de dança, alguns pontos devem ser observados pelos que serão ungidos.
1- Amor a Deus:
“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento”.  Mt 22.37
A nossa condição de servos obriga-nos a sermos desprovidos de vontade própria e sujeitos ao domínio integral do Senhor Deus. Isto significa: Primeiro à vontade de Deus e em segundo plano e em conformidade com os princípios divinos, o nosso querer.
Esta condição é tão real, que o próprio Jesus, quando homem, submeteu-se por completo aos desígnios do Pai, a direção de Sua vida não estava mais sob seu controle.
Ele disse: “Pai, se queres, afasta de mim este cálice de sofrimento! Porém que não seja feito o que eu quero, mas o que tu queres”.
(Lc 22.42)
Esta sujeição incondicional era fruto do grande amor do Senhor Jesus, primeiro para com o Todo Poderoso e também pela humanidade que caminha a passos largos em direção à perdição eterna.
2- Temor a Deus: Coração sábio.
“Para ser sábio, é preciso primeiro temer a Deus, o SENHOR. Ele dá compreensão aos que obedecem aos seus mandamentos. Que o SENHOR seja louvado para sempre!” (Sl 111.10)

Temor a Deus significa que devemos possuir sentimento de reverencia e respeito, ao contrário do que pensam alguns, ao associar temor a medo. É inconcebível que vidas impuras, desprovidas de santidade possam tomar lugar no desempenho da obra do Senhor. A falta do temor abre brechas através das quais, o maligno infiltra-se e as obras da carne ganham espaço. As pessoas que deveriam ser adoradores tornam-se em “dançarinos”, ávidos pelos elogios, sentem prazer quando são glorificados por fazerem bem as coreografias.
... Como é que vocês podem crer, se aceitam ser elogiados pelos outros e não tentam conseguir os elogios que somente o único Deus pode dar?... Se eu elogiasse a mim mesmo, os meus elogios não valeriam nada. Quem me elogia é o meu Pai...” (Jo 5.41,44;8.54)
Movido pelo amor e temor, Jesus despiu-se da glória celeste, colocando-se apenas como instrumento nas mãos de  Deus, para ser útil ao Reino, Ele dispensou os elogios, veja:
“Eu não procuro ser elogiado pelas pessoas” (Jo 5.41)
3- Santos e Puros:
“Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus”. (Rm 1:1)
A exemplo de Paulo, somos chamados para fazermos a obra do Senhor Deus, em diversas áreas no Reino. Separados para a honra e glória do  Senhor. Consciente desta condição é preciso que haja uma adequação da vida ao viver definido por Deus. Você foi chamado pelo Espírito Santo para integrar o ministério de dança? Louvor? Pregação da Palavra? Líder na igreja?  Oh graças!  És bem-aventurado!
O mandamento é: Seja Santo! A santidade nos proporciona:
-A oportunidade de comungarmos as mesmas idéias do Senhor.
-E intimidade profunda com Ele.
Quando isto é uma realidade, a nossa alegria é glorificá-Lo com os nossos atos.
Os frutos da carne:
“... a imoralidade sexual, a impureza, as ações indecentes, a adoração de ídolos, as feitiçarias, as inimizades, as brigas, as ciumeiras, os acessos de raiva, a ambição egoísta, a desunião, as divisões,  as invejas, as bebedeiras, as farras e outras coisas parecidas com essas”. (Gl 5.19-21) São inexistente na vida que procura ser santa e pura.
Servo leia com atenção esta mensagem, reflita sobre a tua situação com o Senhor, e jamais permita que sentimentos de orgulho, a soberba e a vaidade penetrem em teu coração, roubando o lugar que é exclusivamente do Senhor. Você é ungido a adorar através da dança? Faça isto com perfeição, com satisfação e com todas as tuas forças, para que o Senhor veja e aprove, recebendo como aroma suave a tua adoração. Não permita que a carne sobressaia e queira ouvir dos irmãos palavras afáveis; não tome a glória do Senhor para si.

Amém

Elias R. de Oliveira